quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Satisfações.

Queridos ex leitores, sei que sumi e nunca mais apareci ou expliquei qualquer coisa. Na verdade nem entendi muito esse meu desinteresse total do blog ou de blogs sobre maternidade, já que desde que não escrevi mais no meu também nunca mais entrei nos outros. Talvez eu tenha ido com muita sede ao pote ou realmente tenha faltado um pouco de comprometimento meu com a proposta inicial desse espaço. Não sei. Peço desculpas pra quem acreditou em mim mas cheguei a conclusão que não posso ter um blog que fale somente sobre isso. Apesar de me considerar uma boa mãe, não sou daquelas mamães 100% dedicadas, ou daquelas que deixaram de trabalhar só pra ficar com os filhos (não estou julgando ou criticando a escolha de ninguém!), ou daquelas mães que morrem de dó só de pensar em viajar com o marido e deixar o filho em casa. Eu não sou assim. Não sou uma boa conselheira sobre assuntos maternos, nunca deixei de fazer a unha desde que o João nasceu, nem que fizesse com ele mamando no meu peito sentada no sofá de casa, já deixei milhares de vezes com as avós sem ficar ligando pra perguntar como tudo está, já viajei só com as amigas e deixei filho com marido e avós, enfim, senti-me exercendo aqui um papel que não cabe a mim. Eu sempre fui muito eu e tive que aprender a pensar mais no outro quando tive filho. Mas mesmo assim eu ainda sou muito eu. Mesmo trabalhando todos os dias e o dia todo, no final de semana deixo na casa da vó sem ficar morrendo de culpa (só um tiquinho) pra eu poder botar as pernas pra cima e assistir um filme (rato mas faço), saio dia de semana com as amigas pra tomar um chopp, peço pro marido buscar na escola e dar banho porque tenho limpeza de pele. E mesmo me questionando às vezes, sei que isso tudo não me faz ser uma mãe ruim. Porque até 1 ano de idade mais ou menos me dediquei bastante mas achei importante também deixar o João ser mais independente porque ele mesmo sofria muito com a nossa distância.

Resumindo, pirei um pouco de respirar e pensar tanto sobre um mesmo assunto: ser mãe! Ainda admiro muito as minhas blogueiras favoritas que falam sobre esse assunto de uma forma muito gostosa e que me ajudaram muito na fase de desespero total. Mas hoje sigo entrando em outros sites.

Desculpa mesmo e espero que vocês (se é que tem alguém que ainda me Lê) me entendam. Pra quem deixou recado no último post pedindo a minha volta, deixo a dica que acredito que ainda vou escrever lá no meu outro blog (www.julianabaronpinheiro.blogspot.com) e como marcamos nosso casamento pro ano que vem, acho que assunto não vai faltar. Minha cerimonial disse que seria bom dispor informações do casamento em um blog, então decidi pensar em voltar a escrever lá! Aguardem!!!!

No mais estamos bem (eu, Marco e João) e espero que vocês também estejam!!

See you...

beijo beijo

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Para as mamães que amamentam, botões!

Oi gente não abandonei o blog não, mas esses dias estão muito corridos pra mim. Postar todos os dias estava ficando muito difícil então eu vou dar só uma desacelerada mas logo estarei de volta.

Por hoje venho dar uma dica deliciosa. O blog Delicinhas de Pera de uma amiga, a Thata!

Thayse é formada em Administração, trabalha numa grande empresa mas ultimamente está produzindo roupas lindas e nesse final de semana fez um chá pra mostrar o lançamento da sua coleção de camisas. Estava tudo uma delícia, o dia, o lugar e principalmente, as camisas! Eu, minha irmã e minha mãe saímos com várias!! Entrem no blog e confiram as roupas e as dicas que ela dá!!

Fica a dica pras mamães que estão amamentando.

Até mais.

beijo beijo

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Fala, Tata!

Gente, peguei uma virose braba e ontem não consegui sair da cama. Então peço desculpas por não ter postado a entrevista da semana ontem.

Mas garanto que vocês vão gostar, valeu o atraso e a espera!!

Eu nem lembro desde quando que eu acompanho a Tata pela TV mas sempre nutri uma admiração por ela. É impossível alguém que mora aqui na região não conhecê-la, em razão do seu jeito irreverente e espontâneo de ser. Luciane, de nome de batismo, é jornalista da afiliada da Globo aqui do sul, a RBS, e apresentou durante 7 anos o programa Patrola, voltado para o público jovem. Agora (antes da licença maternidade claro) apresenta quadros no Jornal do Almoço e assumiu a produção e apresentação do programa Vida & Saúde, transmitido aos sábados de manhã.

Nós temos alguns amigos em comum só que nunca conversamos pessoalmente. Mas eu lembro que quando soube da sua gravidez fiquei muito feliz, como se ela fosse uma amiga íntima minha. Talvez por achar que todas as mulheres deveriam ser mães, ou por achar que a Tata tem cara de mãezona, jeito de mãe descolada, daquelas bem engraçadas que vão tirar tudo de letra. Então eu decidi criar coragem e convidá-la pra escrever aqui pra vocês. Ela topou na hora, sem titubear. Aliás, se disse honrada pelo convite mas honrada fiquei eu de ter a Tata aqui no blog. Porque eu adoro mostrar a mãe que existe em todas nós, aquela que pode até ser a presidenta da República mas fica mega chateada quando o filho simplesmente não quer comer!

Agora vamos a entrevista:



JOGO RÁPIDO

NOME: Luciane Fromholz
IDADE: 34 anos
QUANTOS FILHOS E QUAIS IDADES: Catarina Fromholz Thompson de Oliveira, um mês completado no dia 28 de agosto.
ESTADO CIVIL: ‘namorada/esposa’ do Floriano Thompson de Oliveira.
CORRERIA DO DIA COMO MÃE: Nunca imaginei que ser mãe era essa correria toda! É uma rotina sem fim de ferver mamadeiras, trocar fraldas, amamentar, lavar roupinhas... e começar tudo de novo, o dia todo.

PERGUNTAS:

1) Tata, sempre começo perguntando como foi a sua reação ao descobrir que ia ser mãe?

R: Descobrir que seria mãe foi de uma surpresa sem fim! Eu, que sempre dizia não querer ter filhos, me peguei toda boba com o resultado do exame de farmácia nas mãos. Foi de uma alegria e ao mesmo tempo surpresa sem precedentes.

2) O famoso relógio biológico andava apitando pra ter filho? Foi tudo planejadinho ou vocês simplesmente deixaram acontecer?

R: Minha ficha caiu de que queria ser mãe quando fui à festinha de dia das Mães do colégio da minha sobrinha Isabella, em maio do ano passado. Vi aquelas criancinhas todas fazendo declarações de amor com dancinhas para as mães e quando me dei conta estava chorando feito boba, me sentindo péssima e super egoísta por não querer ter filho, um pedacinho meu e do Flô. Cheguei em casa e o comuniquei que teríamos um bebê, hehehe. No fundo acho que o meu relógio apitou naquele dia... Eu sempre achei que teria dificuldades para engravidar, pois tive um problema numa das trompas e parei de tomar a pílula em julho, já que na minha cabeça não seria mãe nunca [ou tão cedo]. Quatro meses depois, lá estava eu grávida. Não foi nada planejado, mas aconteceu e foi ótimo.

3) Você acha que foi melhor ser mãe depois dos 30, que é quando dizem que nos tornamos mais maduras como mulheres?

R: Ser mãe depois dos 30 foi a melhor coisa que eu pude fazer por mim e pela Catarina. Hoje sou mais paciente e sei que ela veio na hora certa, que tinha que acontecer. Se essa gravidez tivesse acontecido há uns 10 anos, não sei se teria sido tão tranquila e se hoje eu teria tanta paciência e tranquilidade para lidar com todas as mudanças e desafios que um filho traz pra nossa vida. Realizei todas as coisas que eu pensava pra mim: fiz minha faculdade, tenho um emprego que adoro, um cara ótimo que é um pai incrível pra ela e posso olhar pra carinha da minha filha sabendo que não precisei abrir mão de nada por causa dela. Ela é a cereja do bolo que veio para complementar e adicionar mais na minha vida!

4) Sempre te vi na TV com os mais diversos tipos de cabelo e estilo. Como ficou a sua vaidade durante a gravidez e agora com um bebê em casa
R: Eu engordei 20 quilos na gravidez e confesso que não é nada fácil se sentir a mais vaidosa das mulheres quando o seu guarda roupa não te serve mais e você precisa usar quase sempre as mesmas roupas. Mesmo assim, consegui atravessar a gravidez me sentindo bonita e quase confortável com tanto peso extra. Quanto aos cabelos, continuei fazendo o mesmo de sempre [luzes com touca e corte mensal], mas com todo o cuidado necessário. Agora que a Catarina nasceu, tento estar com roupas práticas e confortáveis e já agendei uma visita ao salão para dar um corte moderno e retocar a raiz pra tirar um pouco essa cara de ‘mãe que estava enfurnada em casa cuidando da pequena’. Cansei de estar de cabelo preso e tiara.

5) E o humor? Deu pra manter esse alto astral que você nos transmite sempre ou às vezes você tinha vontade de passar por cima de alguém?

R: Meu humor oscilava bastante, principalmente no início da gravidez. Do nada me pegava toda chorosa e quantas vezes escutava uma música ou via algo na tv que me levava às lágrimas...O cansaço com o tamanho da barriga e a dificuldade de locomoção por exemplo era o que me deixava mal humorada, além de ter que acordar as seis da manhã no frio...

6) Porque o nome Catarina? Tem algum significado ou é somente um nome que gostas?

R: Depois de pensar em vários nomes, Catarina apareceu quase que naturalmente. Tive uma bisavó com esse nome e o Flô tem uma irmã, que é a madrinha dela, que também se chama Catarina. O nome tem significado para os dois e foi o único que concordamos de primeira.

7) Como você acha que vai ser a sua volta ao trabalho agora que se tornou mãe? Qual você acha que vai ser o maior problema na hora de conciliar todas as “profissões”, jornalista, mãe, mulher, dona de casa...

R: Ainda não consigo pensar na volta ao trabalho. Peguei a licença de seis meses e emendei um mês de férias, então quando voltar ela já estará grandinha. Hoje acho que o maior problema seria ‘abandona-la’, mas como quem vai ficar com ela é a minha mãe, eu fico bem sossegada. Imagino que quando se é mãe e profissional, é mais difícil estar cem por cento focada no trabalho e no fundo a gente sempre está se perguntando se está tudo bem em casa, ligando para ver como as coisas estão, sentindo saudades. Esse deve ser o maior desafio: não deixar que o bebê interfira na sua vida profissional e saber diferenciar os papéis de mãe e jornalista, cada um na sua hora.

8) Como você acha que a Tata jornalista, que é toda descolada e estilosa, vai ser como mãe na hora de educar a sua filha? Mais liberal ou conservadora?

R: Apesar de ser descolada para algumas coisas, me vejo e sinto que sou bem conservadora e tradicional para outras. Desde agora fico me perguntando se estou fazendo tudo certo e a tendência é que daqui pra frente as coisas sejam assim. Acho que serei mais careta na educação da Catarina, acho! Tive uma educação onde eu tinha liberdade com responsabilidade e passarei isso pra minha filha. No mais, só esperando pra ver como será.

9) Como está sendo esse início? Todas as suas expectativas já foram supridas? Está dando pra se reconhecer como mulher já ou você ainda está mergulhada no mundo de Catarina?

R: Esse começo já foi pior, hehehe. Eu que nunca gostei de rotina já me acostumei com as acordadas na madrugada, as mamadas e as trocas de fralda. Nunca tive expectativas, pois não era uma coisa que eu sonhava, então tudo o que está acontecendo é lucro. Agora que Catarina fez um mês é que começo a me reconhecer de novo como mulher e isso vai acontecendo aos pouquinhos, pois durante quase um ano eu fui exclusivamente mãe! Já marquei salão para dar um corte no cabelo e preciso reorganizar o closet, guardando as roupas de grávida e resgatando uma mala com as peças que não cabiam na gestação. Já comecei o processo de volta a minha vida anterior, só que agora como um ingrediente delicioso a mais na bagagem.

10) Sempre termino pedindo que a entrevistada dê dicas baseadas na sua própria experiência. Qual pitaco você daria pras mamães que estão quase ganhando seus bebês?

R: Minhas dicas são: confie sempre no seu instinto quando for fazer qualquer coisa que você ainda não saiba. Tenha uma boa cinta para usar no começo, pois ninguém nos diz que saímos da maternidade com uma barriga enorme. A chupeta é um dos melhores calmantes para os pequenos; tenha pelo menos uma e leve-a com você pra todo o lugar. Sempre que der durma junto com o bebê, pois vai demorar para se ter uma noite de sono completa. Se puder contar com alguém para lhe ajudar com o bebê e com a casa aproveite. É normal sentir desespero no começo, principalmente quando o bebê não quer pegar o seu peito ou chora e a gente não sabe o motivo. Amamentar, por mais lindo que seja, machuca e muitas vezes é entediante [mas é algo delicioso, depois que a gente se acostuma]. Tudo isso que eu disse cai por Terra quando a gente está com o nosso filho nos braços e não existe amor maior no mundo do que por aquele pedacinho de gente que só mama, chora e suja fraldas, mas que traz sentido para nossa vida e não dá mais pra imaginar viver sem eles! 

Tata, que bom que, como você me disse, adorasse estar um pouco desse outro lado! Eu que sempre tive uma jornalista escondida dentro de mim fiquei muito feliz de poder te fazer essas perguntas, de mãe pra mãe.

Espero que vocês tenham gostado mamães.
Bom final de semana!!

Beijo beijo

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Vamos brincar de "Como mãe eu nunca..."?

Como hoje eu tenho um encontro das amigas aqui na minha casa, resolvi postar esse texto.

Eisenbahn Blumenau - Porque família que bebe unida, permanece unida!

Vamos brincar de “Eu nunca!”?

Qual de nós mães nunca brincou de “Eu nunca!” com os amigos, valendo um copinho de álcool?? Hein hein?? Relaxem que apesar de falarmos de crianças aqui, o papo é sempre de adulto e para adultos. Crianças que por acaso estejam me lendo nesse momento...fechem o computador, desliguem os Ipods e vão ver um desenho que o negócio agora vai pegar fogo.

Proponho que vocês continuem a brincadeira, aqui chamada de "Como mãe eu nunca!" com coisas que já fizeram. Mamães, tirem a “vodega” de trás do armário, que é pras crianças não beberem achando que se trata de água, e bebam comigo a cada atitude que vocês já tomaram nesse nosso conturbado mundo. Porque vamos combinar, os AA´s da vida que não me ouçam, mas que às vezes dá vontade de tomar um porre pra esquecer de tudo, dá, não dá?
Então bora lá.
- Eu nunca andei de carro com o João fora da cadeirinha. (agora bebe quem já andou, mesmo que tenha sido até a esquina pra criança não chorar porque o carro já está em movimento);
- Eu nunca amamentei só pra que meu filho parasse de chorar! (nessa bebe quem já deu esse “cala boca meu amor” mesmo sabendo do futuro vício que a criança irá desenvolver em querer ficar grudada no peito);
- Eu nunca dormi com o bebê entre eu e meu marido, mesmo sabendo de todo o histórico de sufocamento de bebês e tal. (agora bebe quem já fez isso pra não ter que levantar pra ir no berço na madruga e nem transportar o mesmo até o seu quarto, o que acabaria com a decoração E/OU o casamento!);
- Eu nunca amaldiçoei meu marido/namorado/companheiro por ele ser homem e às vezes não me ajudar quando eu mais preciso;
- Eu nunca bebi bebidas alcoólicas e mesmo assim amamentei antes das 3 horas recomendáveis. (agora bebe filha, bebe por ter bebido naquela vez!);
- Eu nunca dei um pouco de Tylenol pro meu filho pra que ele dormisse mais tranqüilo e consequentemente, eu também. (sei que parece sacanagem mas quem teve um filho com longas crises de cólicas sabe do que eu estou falando);
- Eu nunca deixei meu filho cagado um tempo, mesmo sabendo que ele estava sujo, pelo simples fato de ter preguiça de comprar a briga da troca de fraldas! (agora que João já corre pelo mundo cada troca de fraldas é praticamente um Vale-Tudo);
- Eu nunca dei um pirulito pro meu filho só pra ele parar de me incomodar em algum lugar público. (João nunca comeu chocolate e doces em geral mas um pirulito de vez em quando não faz mal a ninguém);
- Eu nunca mirabolei planos malévolos sobre trancar o meu filho chorão (antes dos seis meses) no banheiro da empregada (aquele beeeem longe do quarto sabe) só pra ficar um pouco em silêncio;
- Eu nunca me peguei pensando porque eu fui ter um filho? (essa é pesada mas bendita a mãe que reconhece a sua fraqueza e faz esse tipo de questionamento pra depois chegar na feliz conclusão de que não conseguiria viver sem ele!).

E aí já estão bêbadas? Foi só uma brincadeirinha hein...

Beijo beijo

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Projeto Verão 2012!!


Gente, hoje vamos falar sobre estética. Quando eu engravidei estava alguns quilos acima do peso. Durante a amamentação consegui perder tudo e mais um pouco mas quando parei de amamentar ganhei de volta alguns quilinhos. Mas o que mais me incomodava nesse período toda era uma barriguinha que insistia em aparecer, principalmente um excesso de pele em virtude do estica e volta da gravidez. Hoje eu melhorei minha alimentação, freqüento há dois meses a academia quase todos os dias (e suo colegas!) mas a dita cuja ainda está alojada ali, maldita! Daí que eu sou mega contra cirurgia de lipoaspiração. Não vou aqui criticar quem já fez porque como disse esses dias, aprendi que cada um sabe da sua vida mas eu Juliana, provavelmente nunca vá me submeter a esse procedimento. Quem sabe depois do terceiro filho....hahaha. Eu acho que hoje em dia há uma banalização da lipo. Acordou e se incomodou com uma gordurinha...faca nela...o verão está chegando e você quer andar de biquíni na praia SEM CANGA...faca nela! Ta, se a mulher teve dois, três filhos e a barriga realmente não sai com academia, beleza, mas vejo umas meninas em torno dos 20 que já fizeram até 2 lipos. Cadê a mãe dessas meninas? Ah sei, ta lá fazendo uma também. Enfim....desculpem o desabafo mas eu fico impressionada mesmo com toda essa história. Acho que se dá uma grande importância ao corpo simplesmente pela beleza padrão e não por uma questão de saúde. Perdoem-me as lipadas, mas uma coisinha pra apertar é fundamental. E também não é recalque porque eu poderia simplesmente ir lá e fazer (já que tem gente com bem menos condições que parcelam pra vida inteira – de certo quando terminarem de pagar já vão estar com outra barriguinha) mas prefiro fazer um check-up, mudar minha alimentação com acompanhamento de uma nutricionista, suar o bigodilho na academia e ficar contente por ter perdido a barriga pelo meu próprio esforço!

Mas....o assunto é estética e eu vim dar uma super solução pra quem quer perder a barriguinha sem aquela montoeira de exames pré-operatórios, medo de cirurgia, dias sem se mexer, dores horrendas, pós operatório, não poder pegar o filho no colo, ficar com um umbigo padrão, típico de lipo (adoro ficar na praia dizendo “essa é lipo, essa não é...”)...e blá blá blá. Por isso convidei a minha dermatologista que eu adoro demais, Dra. Mariana Barbato, que escreve no blog Pele pra falar pra vocês, mamães, sobre o Coolsculpting. Não vou ficar aqui me delongando (mais) e vou direto ao assunto!

Linda ela né?

“Como se livrar daquela gordurinha que ficou após a gestação?

Depois da gestação, é comum as mulheres ficarem insatisfeitas com o seu corpo, principalmente com a gordurinha que sobra no abdômen. Muitas vezes, esta insatisfação perdura mesmo quando se volta ao peso normal. Além da falta de tempo para se exercitar, no pós parto, ou mesmo mães com filhos pequenos, não estão dispostas a se submeterem a procedimentos cirúrgicos e invasivos.

A criolipólise ou CoolSculpting é um procedimento novo, não invasivo que reduz a gordura de partes do corpo que mesmo com dieta e exercícios ainda persistem. Barriga, pneuzinhos e gordura das costas agora podem ser tratadas com este novo aparelho: O zeltiq. O procedimento resulta na redução da gordura na área de aplicação após a primeira sessão. Trata-se de um procedimento sem agulhas, sem incisão, realizado em consultório.

Com o Coolsculpting é possível remover permanentemente 22% da gordura localizada nas áreas tratadas em dois meses após um único procedimento. O procedimento resfria o tecido adiposo, causando uma reação inflamatória, estimulando a migração de células que destroem a célula de gordura.

A aplicação no abdomên, por exemplo, leva cerca de 1 hora. No caso dos "pneuzinhos" cada lado deve ser aplicado de uma vez (1 hora cada lateral), dura portanto 2 horas (o mesmo ocorre na gordura das costas). .Minutos após o procedimento, o local tratado fica vermelho e inchado (edemaciado), mas melhora imediatamente.
Como a gordura é degradada lentamente, não há riscos de aumento do colesterol e nem mesmo de acúmulo de gordura no fígado, sendo portanto, muito seguro para o paciente. O organismo elimina esta gordura da mesma forma que elimina a gordura do organismo após uma alimentação gordurosa.

Um procedimento simples e prático, extremamente interessante para esta fase em que você quer resultados rápidos, quer voltar a sua forma anterior, mas sem se desgrudar do seu filhote!

por Dra. Mariana Barbato
Dermatologista
Clínica Neurogene
48 78121134

Aqui vai o link da reportagem no Jornal Local daqui. A Luisa, que aparece no vídeo, é melhor amiga da minha irmã e eu posso comprovar que o efeito é VISÍVEL! A própria Dra. Mariana fez um teste nela em uma das gordurinhas laterais e eu vi com esses olhos que a terra há de comer, o negócio funciona MESSSSMO! Eu vou malhar mais um tempo, continuar na dieta mas quando sobrar aquela gordurinha FDP, vou fazer com certeza! Porque eu não disse ali em cima que uma boa auto estima não é importante, eu disse que há um certo exagero na busca da utópica “perfeição”!!

Espero que vocês tenham gostado da novidade!!

Beijo beijo

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Estou grávida, e agora?

Mamães, pensando num tema legal pra expor pra vocês hoje, pedi pra uma amiga minha, psicóloga, escrever um texto sobre o que se passa conosco quando nos descobrimos grávida e ao longo da gravidez. Tanto psico quanto fisicamente.

Espero que as mamães que ainda estão gestando seus bebês se reconheçam no texto e se sinta confortadas por perceber que tudo é uma questão de momento. Tudo vai passar, eu garanto!

“Estou grávida , e agora?

Qual a mamãe que acompanha esse blog e que não se fez essa pergunta ao descobrir que estava grávida? Posso dizer que a grande maioria foi invadida por um misto de sensações entre a alegria e as preocupações de um futuro incerto! Mas calma mamães, antes mesmo de se sentirem culpadas saibam que essa oscilação entre desejar e não desejar o bebê é normal e ela caracteriza todos os relacionamentos pessoais significativos em nossas vidas.
Teoricamente para uma melhor explanação pode-se dizer que a gestação é um período de significativas mudanças físicas e psicológicas para a mulher e que são divididas em três trimestres.
O primeiro vem desde a percepção do estar grávida, as transformações bioquímicas e corporais que a mulher sente mesmo antes de ter certeza da gravidez, através de sonhos ou intuições. É nesse período que se instala uma vivência de ambivalência afetiva, um querer e um não querer, sentimentos contraditórios sobre os prós e contra desta gravidez; que são mais intensos nesta fase, pois de certa forma o feto por seu nível de desenvolvimento ainda não é concretamente sentido. É neste período que os primeiros efeitos colaterais aparecem, como: a hipersonia; onde a necessidade de dormir é maior do que a usual; as náuseas e vômitos, o aumento do apetite e as oscilações de humor que são devido as alterações do metabolismo acarretando um aumento de sensibilidade e irritabilidade e conseqüente sexualidade e libido diminuídas. Algumas mães podem se sentir muito ansiosas e com medo de perderem a criança. Estas preocupações, embora infundadas, são completamente normais.
No segundo trimestre acontecem os primeiros movimentos fetais é onde ocorre a personificação do feto, percebido através das alterações corporais, como aumento da cintura, seio, peso, entre outros. É nessa fase que a maioria das mamães se sente realmente grávida, e há uma diminuição da ambivalência afetiva e das dúvidas sobre ter ou não ter o bebê. O companheiro começa a demonstrar um interesse maior e os desejos sexuais voltam a aflorar, melhorando a sexualidade entre o casal e tornando assim esse um período mais ameno. Mas apesar das sensações durante este período serem menos intensas, elas podem causar maior incômodo, pois várias mães começam a preocupar-se com o aumento de peso e as transformações físicas e isso em algumas mulheres podem ser seguidos por um sentimento de baixa-estima.
Já o terceiro e último trimestre é caracterizado por um significativo aumento do peso e da barriga, que geram receios e ansiedades na mulher, como o medo das estrias, do corpo não ser mais o mesmo, o que fragiliza emocionalmente a mãe. Com a proximidade da hora do trabalho de parto, muitas preocupações giram em torno deste nascimento, os pensamentos consistem em como será a dor a ser sentida, como é este bebê, o ter que percebê-lo como não fazendo mais parte de si mesma, o medo de morrer, não produzir um bom leite, não saber ser mãe, o que pode gerar muitos pesadelos e fantasias. Neste período ocorre a cisão maternidade e sexualidade, em decorrência do medo de “machucar o feto” sendo diminuídos o envolvimento sexual e a libido.
Não podemos deixar de falar que a gravidez não causa apenas alterações físicas e emocionais apenas na futura mamãe, mas o futuro papai também enfrenta alterações emocionais, alguns pais podem se sentir abandonados durante o período da gravidez e ficam apreensivos com essa nova condição, se serão bons pais, se conseguirão dar conta de conceder conforto a nova família e outras dúvidas.
Apesar de teoricamente as alterações na gravidez serem assim divididas vale lembrar que elas variam de gravidez pra gravidez, e todos os medos, angústias, ansiedades, receios, fantasias, sentimentos e inseguranças são relacionados ao estado emocional de cada mulher. É fundamental lembrar que todas as dúvidas devem ser esclarecidas com seu médico e ou através do pré-natal, pois a compreensão de todas as alterações faz que com o nível de ansiedade e medo diminuam na futura mamãe e esta estará mais atenta nas transformações que ocorrerão em seu corpo. Em certos casos algumas mamães necessitam de acompanhamento psicológico, já que o processo gestacional é um momento muito delicado para os envolvidos, principalmente para a mulher que precisa de apoio, compreensão e carinho .”

Érica R. Colombo
Psicóloga - CRP - 12/07670

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Hoje quem fala sou eu!

Hoje quem fala sou eu!

Ontem eu não tava bem. É, não tava me sentindo bem, entendem? Aqueles dias em que dormimos demais (na verdade de menos mas perdemos a hora), o dia ta cinza e chuvoso (na verdade nem sei quando foi o último dia de sol aqui em Floripa), a casa está uma bagunça, não achamos nenhuma roupa que agrade, ficamos sem ideia de cardápio pro almoço (isso dá um post por si só)...enfim...AQUELES dias! Cheguei mega atrasada no trabalho, lá não conseguia me concentrar, a cabeça ficava mirabolando mudanças (nesses dias é proibido tomar decisões importantes). Daí que eu vim pra casa almoçar e meu corpo reclamou. Fiquei mole, sem vontade de me mexer, uma dor na barriga já se alojou e eu decidi não sair mais, ficar quietinha até tudo passar. Parênteses. São nesses dias que a gente quebra o salto, briga com o vizinho por que ele estacionou ultrapassando a sua vaga (o que não te atrapalharia em nada), bate o carro atrás de um senhor de idade, daqueles que cultivam o carro mais do que a própria esposa (isso já aconteceu comigo), rasga o fundilho da calça quando vai se abaixar pra pegar o brinquedo do filho que caiu (isso já aconteceu comigo também)...esses perrengues que acabam com o dia de qualquer pessoa que não esteja com um espírito Pollyanna. Fecha parênteses.
Sozinha, sem marido, sem filho, sem funcionária, dei uma pensada na minha vida, uma ajeitada na casa, nos brinquedos do João. Pra mim isso funciona demais! Organizar o “de fora” como se estivesse ajeitando o “de dentro”. Não sei se tenho TOC mas quando muita coisa aqui em casa está fora do lugar, eu começo a ficar agoniada, travada, como se a energia necessária não conseguisse fluir por aqui.
Daí que a tarde passou e foi chegando a hora de eu ir pra academia. Ir ou não ir? Meu corpo pedia pra ficar em casa mas eu decidi que talvez um pouco de serotonina fosse ajudar. Coloquei a roupa, escolhi uns dois CD´s, porque sabia que com a chuva provavelmente o trânsito ia estar horrível. Saí do prédio e coloquei Marjorie Estiano pra tocar no som. Sim, Marjorie!! Parece brega, adolescente mas o CD dela embalou a minha vida por um grande período de tempo e nada melhor do que músicas conhecidas pra gente cantar bem alto e espantar o baixo astral. Enquanto eu cantava uma música lá, me bateu uma nostalgia, de um tempo em que meu único compromisso na vida, era eu mesma! Faculdade, estágio, academia e no fim do dia uma saidinha com as amigas pra beber e jogar conversa fora. Quando mães tudo muda! A prioridade troca de lugar completamente e muitas vezes nós vamos lá para a quarta posição. Primeiro filho, depois o marido, depois a casa...nos primeiros meses essa troca é nítida e impossível de não acontecer. Mas com o tempo as coisas mudam e na verdade DEVEM mudar. Ás vezes quando convivo com outras mamães percebo um completo abandono delas em prol dos filhos. Isso é visível nas roupas que elas vestem, nos cabelos desgrenhados, no rosto sem uma maquiagem, no jeito como tratam os filhos. Não estou aqui fazendo uma crítica, longe de mim. Porque se tem uma coisa que aprendemos depois que nos tornamos mães, é tentar não julgar ao máximo (porque totalmente é impossível) as outras mães e num modo geral, as outras pessoas. Cada uma sabe aonde aperta o SEU calo! Mas também se tem uma coisa que eu aprendi depois que ganhei o João foi que não posso esquecer de mim por causa dele. Minha mãe uma vez me disse “Juliana não transfira toda sua felicidade pro seu filho porque depois eles crescem e vão embora” e eu levo muito isso na minha vida. Claro que tem aquele período básico de abdicação que eu mencionei ali em cima. Ainda mais eu que amamentei até 1 ano, ou seja, sempre tive muito o João como meu dependente. Mas depois eu voltei a ser a minha prioridade número 1 porque eu estando bem comigo mesma, consequentemente vou fazer bem pros que me cercam. Não quero lá na frente jogar as minhas frustrações por não ter feito o que eu quis em cima de um filho, ou de um marido, ou de uma profissão. Uma frase que meu pai sempre fala e é lema na minha cabeça é “Só você pode viver a sua vida”. Somente eu posso fazer as minhas escolhas, cuidar de mim, buscar a minha felicidade. Assim que pude, voltei a freqüentar uma academia (durante meses fui aqui no meu prédio mesmo enquanto João ficava com a babá), voltei a fazer minha drenagem, voltei a trabalhar (comecei com meio período e quando me senti pronta mudei pro dia todo), voltei a sair com as amigas (negociava com o marido, a avó, a dinda). Não posso negar que tive e tenho inúmeras vantagens como uma babá (apostei numa sem experiência e por isso mais em conta, ela ficou dos 3 meses aos 11 no período da tarde e depois ele foi pra escolinha), pais maravilhosos que me ajudam moral e financeiramente, um marido MEGA parceiro, um trabalho em que posso fazer os meus horários mas mesmo com tudo isso tem mulheres que se acomodam! Eu podia ter ficado em casa alegando cansaço, poderia ter desistido da babá e da escola quando saía e deixava João chorando a minha ausência. Mas eu escolhi me buscar, resgatar a Juliana cheia de vida interior que eu era antes. Que queria ler todos os livros do mundo, escutar todas as músicas, conhecer todos os lugares, rir com as amigas, ficar de bobeira vendo TV.
Sei que o texto está longo mas queria que vocês entendessem a mensagem. Às vezes é mais fácil ficar estagnada vendo a vida passar. Tive que abdicar um pouco do tempo que tenho pra ficar com o João pra ficar um pouco comigo mesma. Questiono-me um pouco quanto a isso mas todas as escolhas exigem renúncias. Quando estou com o João, sou totalmente dele, sento, brinco, estimulo, entro na barraca que tem no meio da minha sala, me considero uma boa mãe. Mas isso não quer dizer que eu tenha que ser 100% ele o tempo todo!

Ouvindo Marjorie tentei lembrar da Juliana de tempos atrás que ouvia essa mesma música. Os anseios de uma nova adulta, de uma menina cheia de sonhos, que sofria por amor e permitia-se degustar a melancolia desses sofrimentos. Apesar do tempo ter passado, eu ainda sou um pouco essa Juliana, hoje com sonhos diferentes, mãe, que não sofre mais por amor porque encontrou o seu, mas eu ainda sou eu!

Fui pra academia, malhei por quase 2 horas, suei na aula de bike e visualizei que dali a tristeza do dia ia se esvair. Voltei pra casa cantando bem alto, cheguei, preparei o banho do João, comi alguma coisa e esperei pelos dois amores da minha vida. João chegou sorrindo, brincamos, dei banho, brincamos mais um pouco e coloquei ele pra dormir. Olhando pra ele realmente, qualquer tristeza foi embora junto com a chuva lá fora. Tomei um vinho com o marido, recebi um email que me deixou muito feliz e fui dormir! Hoje amanheceu um dia lindo de sol e tudo passou (mas isso não quer dizer que outros dias como esse não virou...that´s life).

Resumo da história:

Nada que o sorriso do seu filho...


...uma boa música e um vinho com o marido...


...e uma ótima notícia não resolvam (Márcia Tiburi logo vai estar por aqui)!


Nada mesmo! Então bóra levantar e sacudir a poeira!!

Bom final de semana, gente. Desculpem pelo longo texto mas foi um simples desabafo de mãe!

Beijo beijo